O Dia das Bruxas aproxima-se e é altura de as crianças saírem à rua mascaradas com visuais assustadores e percorrerem as ruas em grupo, batendo de porta em porta a pedir guloseimas às pessoas.

Quando a porta abre, é ouvido uma “doçura ou travessura”. Se as pessoas não lhes derem doces ou guloseimas, as crianças têm permissão para fazer uma travessura.

Mas sabia que a origem da expressão mais ouvida na noite de 31 de outubro tinha como objetivo ajudar os que estavam presos no Purgatório? É verdade, ao contrário do que grande parte das pessoas pensam, o Halloween nasceu no povo celta e não nos EUA.

Os celtas habitavam na zona da Bretanha e adoravam a natureza e os deuses que a controlavam. O fim da época das colheitas era celebrado no primeiro dia de novembro com o “Samhain”, uma festa que marcava o fim desta estação, cheia de sol e calor, e o início da nova fase do ano, marcada pela escuridão e pelo frio. Os druidas davam uma tocha a cada uma das famílias para que estas acendessem fogueiras e assim mantivessem os lares livres de espíritos malignos, nesta altura de penumbra.

Quando os romanos invadiram a Bretanha, no séc. I, passaram a existir duas celebrações na mesma altura: para além do Samhain, os invasores assinalavam os festejos em honra de Pomona, deusa da abundância e dos pomares. As duas celebrações acabam por se fundir e os festejos ganham uma maior dimensão.

Mais tarde, no séc. XII, o catolicismo, para fazer frente a estas práticas pagãs, criou, no primeiro dia de novembro, um feriado cristão em honra de todos os santos, chamado “Hallowmas”, que mais tarde evoluiu para “All Hallow” ou “All Saints’ Day”, Dia de Todos-os-Santos em português. O objetivo era honrar os santos católicos e rezar por aqueles que ainda não tinham chegado ao Céu. No entanto, a véspera continuou a ser marcada pelas antigas comemorações pagãs. O tempo levou a que as tradições se misturassem e o último dia de outubro passou a ficar conhecido como “All Hallow’s Eve”, expressão que mais tarde deu origem a “Halloween”.

Em 1846-848, a seguir à doença da batata, os irlandeses migraram para os Estados Unidos e levaram consigo contos e lendas. Provavelmente conhece o conto irlandês de Jack O’lantern, o bêbado que ousou desafiar o diabo com parábolas e foi expulso do paraíso em 31 de outubro: o dia da morte dele. Foi condenado a vagar eternamente com uma lanterna, um nabo que estava a comer com uma vela que colocou para evitar que o vento a apagasse.

No final do século XIX, o Halloween viria a tornar-se um feriado nacional nos Estados Unidos com a tradicional busca de doces e do famoso Doçura ou Travessura, no qual a abóbora viria a ser o símbolo principal.

Em Portugal esta tradição tem ganho adeptos de ano para ano. E se há quem prefira sair naquela que é a noite mais assustadora do ano, também há aqueles que preferem celebrar o Pão por Deus. Um peditório que é feito no dia 1 de novembro, Dia de Todos os Santos. As crianças saem à rua para pedir o Pão por Deus de porta em porta, recitando versos de uma canção. Recebem em troca pão, broas, frutos secos e também, mais recentemente, guloseimas.

Este ano, e tendo em conta não ser possível a realização de eventos devido à situação sanitária que o mundo vive, aproveite para deixar ambiente da sua empresa verdadeiramente assustador e, para isso, nada melhor do que começar por decorar as áreas comuns e escritórios com teias de aranha, bruxas, fantasmas e morcegos.

Esta data permite que os seus colaboradores dêem asas à imaginação. Com criatividade, transformem o local de trabalho num local horripilante. Existem inúmeras possibilidades de decoração para o Dia das Bruxas na empresa, desde as mais baratas até as mais caras, mas o importante mesmo é deixar o local agradável e sugestivo.

Lembre-se que este tipo de eventos internos fortalecem o relacionamento entre organização e os colaboradores, aumenta a produtividade e a retenção de talentos e impacta positivamente na empresa como um todo.

Tal como a limpeza comercial. Se os seus colaboradores tiverem menos tarefas para realizar, como é o caso da limpeza e desinfeção dos ambientes de trabalho, poderão concentrar os seus esforços na melhoria dos serviços, na qualidade do atendimento e dos produtos e na otimização da linha de produção, certo?

Logo, o aumento da produtividade é maior quando se eliminam atividades desnecessárias no ciclo de produção ou venda de produtos, pois consegue direcionar as tarefas da sua equipa para um objetivo maior.

Por isso, não hesite e implemente um plano comercial de limpeza e higienização na sua empresa. Na Branquia, temos consciência da especificidade das necessidades dos nossos clientes e, por isso, trabalhamos diariamente para proporcionar os melhores serviços de limpeza.

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